Nesta noite, sou fantoche da saudade. Sou fantoche da ausência, sou fantoche da falta. Nó na garganta, olhos marejados, corpo sem forças. Pra lá e pra cá, sou jogado pra lá e pra cá. Fantoche da saudade. Fato é que a falta que você me faz, me dói como uma fratura de ossos. Sinto-me como uma criança à espera de colo, desejoso pela mãe que o irá acolher. Acolha-me, resgate-me, traga-me de volta o ar que me faltou por não poder respirar o teu cheiro. Não quero mais ser manipulado e movido pela saudade/falta/ausência. Te preciso e já.
//Daniel
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