Ei querido, venha cá, vamos conversar, bater um papo,
tenho algumas coisas para lhe falar. Eu não sei porque, talvez nem tenha um, mas eu simplesmente me sinto bem te escrevendo. Queria que estivesse me lendo agora enquanto te escrevo, enquanto tento te despir com palavras, mas sempre chego ao ponto de que nada, nada que eu pudesse escrever ou falar iria te mostrar. Mesmo assim teimar e te falar como gosto desse seu sentimentalismo, da tua atmosfera duvidosa, e como fico brava quando diz “para sempre”. Lhe dizer o quanto amo esse teu cinismo em tudo, como te odeio as vezes, e te amo o tempo todo.
Júlia Izidoro
Publicado em 5 de Setembro de 2014, com 68 notas, às 8:01pm.